Caminhos germânicos – Uma viagem no tempo / Zeitreise (2025)
Brasil (RS)
Longa-metragem | Não ficção
cor, 80 min
Companhia produtora: Plexo Filmes
Primeira exibição: Nova Petrópolis (RS), 18 mar 2025, ter
Em 2024, a comunidade alemã do Rio Grande do Sul comemorou o bicentenário do processo de imigração que ajudou na povoação e no desenvolvimento de todo o estado. A medida foi incentivada pelo governo imperial do Brasil, nas figuras do imperador Dom Pedro I e da imperatriz Leopoldina (que era austríaca). Os colonos foram atraídos pela oferta de ganharem terras em um novo país, e estavam dispostos a mudar de ares, já que o contexto da Revolução Industrial (1760-1840) lhes era desfavorável. Na Europa, com a substituição da mão de obra humana por máquinas, muitas profissões acabaram sendo extintas – um contexto diferente da América do Sul, que ainda oferecia oportunidades de crescimento. O primeiro navio, transportando um total de 38 estrangeiros, desembarcou na cidade de São Leopoldo em 25 de julho de 1824, dando início a uma bonita jornada. Até 1830, cerca de 5 mil imigrantes ainda fariam a travessia.
Produzido pela Plexo Filmes, Caminhos germânicos – Uma viagem no tempo / Zeitreise revisita a epopeia de toda uma geração, ao visitar locais como o Museu Visconde de São Leopoldo, conhecido por abrigar farta documentação sobre o tema. Por lá, existem itens raros como uma xícara de chá doada por Dona Leopoldina aos recém-chegados. Também há uma réplica do veleiro Anna-Louise, usado no primeiro deslocamento pelos mares. O depoimento de historiadores ajuda a oferecer maiores detalhes sobre todo o processo, marcado pelo descumprimento de algumas promessas oficiais e também por interesses obscuros – como aproveitar o conhecimento dos alemães em guerras, a fim de qualificar o próprio Exército nacional. Existem relatos deliciosos, como a da construção da Ponte do Imperador, em Ivoti – erguida apenas para receber a visita das autoridades. Com o passar do tempo, os vários grupos de forasteiros foram sendo deslocados para o Vale do Sinos ou para a Serra gaúcha, ampliando sua aventura.
A maior parte do filme é situada no interior de Nova Petrópolis – que ganhou esse nome como uma homenagem ao município de Petrópolis (no Rio de Janeiro). Inicialmente batizada de Colônia Provincial de Nova Petrópolis, em 1858, a região recebeu cerca de 10 etnias diferentes, como boêmios, pomeranos, renanos e saxões. Eles se instalaram ao redor de várias áreas demarcadas, hoje chamadas de Linhas. Em 2017, foi inaugurada uma rota turística que revisita o velho território original. O diretor Harrison de Andrade percorre toda a trilha, conversando com muitos descendentes de colonos e conhecendo iniciativas diversas, como o Parque de Esculturas Pedra do Silêncio, o Moinho Hillebrand, o Museu de Família Alberto Hillebrand, o Grupo de dança folclórica Terra da Boêmia (o Böhmerlandtanzgruppe), a Pousada Verde Paraíso, a Casa Sander, a Queijaria Tradição e uma famosa Casa de Pedra.
A rota inclui inúmeras opções gastronômicas e belas paisagens, em distâncias acessíveis a pé ou de carro– sem cobrança de ingresso/pedágio. Os visitantes podem ter contato com objetos antigos, que foram preservados para reproduzir o cenário do século XIX. Um dos ambientes exibe uma longa carta de 1900, que emociona ao detalhar o sacrifício envolvido em todo o processo – muitos alemães jamais regressaram para rever seus parentes, tendo de lidar com a dor da saudade eterna. No entanto, com fé, trabalho e esperança, os imigrantes construíram novas histórias e deixaram muitas lições para as gerações posteriores. Dando continuidade ao legado dos primeiros colonizadores, os responsáveis pelos novos negócios salientam a importância de se manter viva a memória de seus antepassados. O longa-metragem faz parte do catálogo da plataforma de streaming Sulflix. Outro retrato do mesmo universo é o curta-metragem Ivoti, o jardim da imigração alemã (Ruimara Stein, 2024).
| + || - |
Sinopse
O diretor Harrison Andrade percorre uma rota turística de essência germânica em Nova Petrópolis, revelando paisagens, tradições e histórias que conectam passado e presente. Depoimentos de moradores e historiadores sobre a imigração alemã e sua influência na cultura do Rio Grande do Sul.
Sinopse descritiva:
Carros circulam pelos Caminhos Germânicos, rota turística de Nova Petrópolis. O diretor Harrison Andrade comenta que se vê voltando no tempo, ao fazer o documentário. Decide visitar o Museu Visconde de São Leopoldo, para entender melhor todo o processo da imigração.
Cartela: // Em 1824 o governo imperial do Brasil inicia um programa de imigração de povos germânicos para o sul do Brasil. O intuito era povoar e desenvolver a região. //
São Leopoldo: O historiador Rodrigo Santos comenta que haviam três contextos diferentes, na Europa, no Brasil e no Rio Grande do Sul. Todos eles favoreceram o processo de imigração alemã. A unificação alemã acontecerá apenas em 1871. A Europa vivia a Revolução Industrial, substituindo a mão de obra artesanal por máquinas. Com isso, havia muita gente desempregada no continente europeu. Já o Brasil precisava de moleiros, sapateiros. Uma curiosidade é que muitos imigrantes haviam participado de guerras, quase sempre contra Napoleão Bonaparte.
Ingrid Marxen comenta que os colonos tiveram muita coragem. Inicialmente, eram apenas 38 – incluindo uma mulher grávida. Na chegada, haviam 39, com o bebê. Saíram de sua região e partiram de Hamburg, em 5 de abril de 1824. Foram abrigados na Casa da Feitoria, até serem distribuídos para novas terras, com a promessa de ferramentas e animais. Foram plantar itens como trigo e milho, em um primeiro momento. Dona Leopoldina foi importante para o movimento, pois tinha origem germânica (era austríaca) e orientou políticos como José Bonifácio. O Major Schaeffer fez um recrutamento de alemães para virem ao Brasil. Eles chegam em São Leopoldo em 25 de julho de 1824. Depois, foram para Dois Irmãos, Novo Hamburgo, Campo Bom, Nova Petrópolis. O início foi muito difícil.
O Brasil estava independente de Portugal desde 1822. O Exército estava se profissionalizando, e precisava do apoio de pessoas experientes em combate – caso dos imigrantes. Nem todos que vieram eram colonos. Muitos eram pobres nobres. Nos primeiros anos, chegaram cinco mil pessoas. Muitos jamais seriam donos de terra. No Brasil, não seriam escravos. E teriam mais oportunidades. Pararam na Casa da Feitoria, que funcionou durante cerca de 36 anos. Eles aguardaram pela demarcação dos primeiros lotes de terra. Trouxeram itens essenciais. Uma Bíblia do tamanho de um par de botas veio. Assim como Hinário, Catecismo e lousa. Valorizavam a escola e a igreja. Entre 1824-1830, cinco mil imigrantes vieram.
Em 1830, há uma crise política: Dom Pedro I versus outros grupos políticos. Surge uma restrição de verbas para o custeio da imigração. O Império, assim, não financia mais a vinda de imigrantes. As viagens só serão retomadas a partir de 1845.
Nova Petrópolis: Surge como homenagem à Petrópolis, no Rio de Janeiro. A pesquisadora Ivoni Nör escreveu várias obras sobre a colonização da região. Ela diz que há diferença entre colonização e imigração. Na imigração, imigrantes vem para não serem proprietários. Na colonização, há a ocupação da terra, para produção de alimentos. Em 1850, havia falta de mão de obra escrava, em função da pressão pelo fim da escravidão no Brasil. A Inglaterra desejava que muitos deles ficassem livres, para consumir os produtos ingleses. Frase: "Escravo não ganha salário". Porém, havia o temor de que houvesse uma revolução da população negra no território brasileiro, dada sua marcante presença em todo o território nacional. Com isso, opta-se por uma estratégia de "embranquecimento do povo", com a vinda dos europeus. No caso do Rio Grande do Sul, surgiu a Lei 304. Ela dizia o tamanho das pequenas propriedades (até 50 hectares), que deveriam ser exploradas pela mão de obra do imigrante e sua família, sem escravos. Vão surgindo novas colônias, agora não mais imperiais (sobretudo a partir de 1850). Em 1858, nasce a Colônia Provincial de Nova Petrópolis.
Arquivo Histórico de Nova Petrópolis: A colonização de São Leopoldo incluiu Pinhal Alto, Picada Café – territórios que pertenceram à Nova Petrópolis. Em Nova Petrópolis, existia a Fazenda Pirajá, da família Peres. Indígenas como os Kaingang também apareciam. Em 1850, nasce a Lei de Terras. Elas deveriam ser "pagas", ao contrário do que havia acontecido em 1824. Linha Olinda, Linha Imperial passam a ser ocupadas por pomeranos, boêmios, etc. Nos Caminhos Germânicos, há o Chapadão. Um território ocupado por marginalizados, remanescentes de guerras, negros alforriados. Há o Morro da Fome, Casa de Pedra, cemitério antigo. A paisagem é bonita, única. Os pomeranos eram da Prússia, na fronteira da Alemanha com a Polônia. Os boêmios eram da Áustria, República Tcheca. Renanos são da França. Saxões se ligam com a República Tcheca. Todos esses territórios são periféricos da Alemanha. São todos germânicos.
Natureza exuberante, história fascinante. Essa frase descreve os Caminhos Germânicos, criados por Luciane Schommer. Luciane comenta que a Rota apresenta a essência cultural germânica de Nova Petrópolis. Tudo foi decidido entre os empreendedores daquele território, compreendendo Nove Colônias, Linha Brasil, Fundos e Linha Imperial.
Esculturas Parque Pedras do Silêncio: Valmor Heckler diz que o local preserva a história e a cultura da imigração alemã da região. Ela é contada através das esculturas, que não estão em silêncio. Há natureza, flores, ajardinamento. Historiadores ajudaram na montagem do roteiro. Escultores Cristovão Hullen, Rogério Bertoldo e Rodrigo de Azevedo são citados. O arenito foi usado como pedra para as esculturas. Sendo que o arenito é natural da região. O parque possui cinco espaços, que contam a saga dos imigrantes, a viagem, as promessas não cumpridas, o surgimento de Nova Petrópolis. Há o espaço das profissões que mais apareceram entre eles. Outro espaço faz uma homenagem aos pioneiros da região. Outro segmento aborda tradições e culturas trazidas pelos povos, como danças típicas, tiro ao alvo, bolão. Um último ambiente apresenta uma trilha de animais, que os pioneiros encontraram quando chegaram.
Moinho e Serraria Hillebrand: Funcionou como moinho e serraria para os colonos. Hoje, é um espaço que preserva o legado anterior. 250 famílias vieram para as várias linhas. Elas plantavam a sua própria comida (como cereais). Nada era comprado. Tudo era feito na comunidade, como roupas, sapatos, etc. Para construir uma casa, se derrubava uma árvore e se levava até o Moinho, para cortá-la. As construções usavam uma estrutura de madeira, preenchida com tijolos. Sem cimento. Águas do moinho ajudam a banhar o Arroio Pirajá. Novidades como máquina a vapor, motor diesel e energia elétrica (fornecida pelo governo estadual) foram sendo incorporadas. Hoje, as pessoas podem sentar para tomar uma bebida, vinho, comer algo. Os filhos do dono ajudam a tocar os negócios, atualmente. Também é possível visitar o Moinho clássico.
Museu de Família Alberto Hillebrand: Foi criado para preservar objetos que marcaram a história dos antepassados de Olívia Hillebrand. Olívio e sua esposa Adélia se mudaram para Nova Petrópolis a fim de ajudar a cuidarem do pai dele, que havia ficado viúvo. Adélia ajudou um grupo de turismo da PUCRS a desenvolver um projeto de consciência turística rural em Nova Petrópolis. Argumentando que um forno para fazer pão, uma vaca que dá leite são atrações/novidades para quem mora na cidade. Ao olhar para uma antiga estrebaria que estava abandonada, Adélia pensou em abrir para o público todo esse material. Ela já tinha uma pousada. Foi preciso restaurar o prédio. Quem visita o local são alunos de escolas, famílias, etc. Os imigrantes não tinham nem luz elétrica. A vida era mais simples, mais difícil, talvez melhor.
Há um monumento ao Padre Amstad, em Nova Petrópolis. Suíço, ele veio ao Brasil com outros 671 jesuítas para tentar melhorar a vida dos imigrantes germânicos que estavam desassistidos nas colônias gaúchas. Adélia pede para que as pessoas não esqueçam do passado. Adélia mostra uma ata que resume a epopeia dos imigrantes, escrita por boêmios em 1900. Ela diz que o museu oferece desafios, sonhos, vitórias de gerações anteriores. Os adultos mergulham no passado. Os jovens podem conhecer histórias que não devem ser esquecidas. E o Brasil deve muito à imigração.
Grupo de dança folclórica Terra da Boêmia: O Böhmerlandtanzgruppe funciona na Linha Imperial. Há 11 grupos folclóricos na cidade. Esse grupo representa os boêmios. O grupo nasceu em 1987 e atualmente agrega 120 integrantes. Ele nasceu para dar opções de lazer para os jovens da época, mas também homenagear os primeiros colonos. Todo o trabalho é voluntário. As crianças trabalham mais sob a ótica dos contos de fadas. O prédio em que as atividades acontecem completou 100 anos em 2024. Várias viagens acontecem, proporcionando alegria, festa e noções de pertencimento, de como ajudar o próximo, de como fortalecer uma comunidade. O avô de Morgana Neumann (Guido Otto Neumann) foi um dos responsáveis pela sua entrada no coletivo.
Pousada Verde Paraíso: Hugo Hillebrand é dono de uma pousada e de um museu sobre a família Jahnel. Uma parte dela chegou na região em 1877. Cartas foram trocadas entre os indivíduos, separados por guerras. O governo dava ajuda para os alemães, que precisavam se virar nas comidas, a fim de renderem mais. Misturavam casca de nozes, casca de arroz, etc. A comida seria pior do que a dada para porcos. Uma jornalista da Deutsche Welle ajudou Hugo a reencontrar seus parentes vivos na Alemanha.
Casa Sander: Agroindústria familiar que produz sucos e geleias artesanais. Figos e pêssegos também podem ser adquiridos no local. Seu uso é evitar o uso de corantes, conservantes, que fazem mal para a saúde. Os visitantes podem provar as frutas, antes de levar as geleias típicas delas. Várias experiências rurais são oferecidas, como piqueniques, coleta de frutas, hospedagem em chalés. Eles são vizinhos da Casa de Pedra, uma casa voltada para o comércio, construída em 1908.
Queijaria Tradição: Vende queijos de forma artesanal, num negócio que foi passado do avô para o neto. O vô fazia queijo desde os 13 anos de idade. Começou atuando na Casa de Pedra, dos Altreider. Voltou à ativa nos anos 1960, em meio a uma crise no setor. Trabalhou até 2018. Em maio de 2019, o neto inaugurou uma queijaria nova, registrada. O vô só fazia queijo colonial. O neto passou a oferecer o pasteurizado. Não fez cursos, e sim estudos próprios, através da internet. Ele vende queijo de leite cru (imperial). Precisa ser maturado por 40 dias. Oferece ainda doce de leite. O leite é próprio da propriedade. Já ganhou o prêmio Queijo Brasil. Costuma ir na Expointer.
Casa de Pedra: Foi um antigo armazém, muito importante para a comunidade. Também funcionou como salão de baile. Lauri vive lá com parentes. Ele nunca saiu da propriedade. Fala em alemão com todos. As pessoas são curiosas pela história do local. Em 1941, uma queijaria foi instalada na Casa de Pedra. Às vezes, uma pessoa levava itens para toda a família. O que os colonos produziam vendiam ali, como batata e cebola.
Casa da Família Fritsch: Na época, a casa pertencia a São Sebastião do Caí. Ele trabalhava com plantação de milho, bois, carroças. Relembra várias histórias do passado. A professora Jaqueline Staudt valoriza o legado deixado pelos produtores rurais locais. Eles ajudaram a desenvolver a economia local. Juliana Fritsch conversa com a sobrinha Laura em alemão. Alguns alimentos alemães seguem sendo valorizados, como joelho de porco ou cuca. Essa seria a Nova Petrópolis verdadeira.
A rota tem apenas sete anos. Ainda possui muito para se desenvolver. Cada descendente deve dar o máximo para preservar tudo o que foi herdado. Não há um cenário para turista ver. E sim originalidade. A rota representaria a própria ressurreição dos colonos. Toda a família tem a sua história, que merece ser preservada. A humanidade muda, mas leva a história consigo.
| + || - |
Ficha técnica
IDENTIDADES
Não creditado: Harrison Andrade.
Ordem de identificação:
Rodrigo Luis dos Santos (doutor em História e historiador do Museu Histórico Visconde de São Leopoldo),
Ingrid Elisabet Marxen (diretora de Relações Institucionais do Museu Histórico Visconde de São Leopoldo),
Ivoni Nör (escritora, professora e pesquisadora),
Pedro Henrique Scheer (historiador e coordenador do Arquivo Histórico Municipal Lino Grings),
Luciane Schommer (empreendedora e mestre em Turismo; em Nova Petrópolis),
Valmor Heckler (empreendedor e proprietário do Esculturas Parque Pedras do Silêncio),
Cláudio Hillebrand (proprietário do Moinho e Serraria Hillebrand),
Ovídio Hillebrand (professor, memorialista e proprietário do Museu de Família Alberto Hillebrand),
Adélia Hillebrand (professora),
Morgana Neumann (integrante do Böhmerlandtanzgruppe),
Henrique Felipe Lüdke (integrante do Böhmerlandtanzgruppe),
Hugo Hillebrand (proprietário da Pousada Verde Paraíso; em Nove Colônias),
Adriano Sander (proprietário da Casa Sander),
Marcos Seefeld (proprietário da Queijaria Tradição),
Lauri Altreider (morador da Casa de Pedra),
Guido Fritsch (morador de Nove Colônias),
Jaqueline Staudt (professora e pesquisadora),
Juliana Fritsch (tia da Laura),
Laura (criança).
DIREÇÃO
Direção: Harrison Andrade.
Assistência de direção: Henrique Jahn.
ROTEIRO
Argumento: Harrison Andrade, Valmor Heckler, Luciano Nagel.
Roteiro: Harrison Andrade.
PRODUÇÃO
Produção: Harrison Andrade, Valmor Heckler, Luciano Nagel, Juliana Fritsch.
FOTOGRAFIA
Direção de fotografia: Harrison Andrade, Henrique Jahn.
Imagens aéreas: Guga Agne.
Imagens de dia na Linha Imperial-Böhmerlandtanzgruppe: Darlan Silva.
SOM
Som: não creditado.
MÚSICA
Arranjos e gravações: Celo Bueno, Augusto Grüger, Leandro Krause.
Música original:
• "Caminhos de esperanza" (Celo Bueno)
ARQUIVO
Imagens de arquivo: Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, Grupo Böhmerlandtanzgruppe, Jardim do Moinho.
Pesquisa: Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, Arquivo Histórico Municipal Lino Grings, Acervo Histórico Sicredi Pioneira, Livro 1824 – Rodrigo Trespach, Casa Cooperativa de Nova Petrópolis, Acervo Ovídio Hillebrand.
Citações:
Mapas, documentos, gravuras, pinturas, fotografias, recortes de jornais.
Monumento "Den Vätern zum Gedächtnis", em São Leopoldo: Monumento ao Centenário da Imigração Alemã, na Praça do Imigrante, local exato da chegada dos colonos.
Livros:
Evolução política e econômica de Nova Petrópolis.
No coração da aldeia.
Nova Petropólis – Da submissão à rebeldia (1858-1937).
Etnias & carisma.
Contribuição para a história de Nova Petrópolis.
FINALIZAÇÃO
Montagem: Harrison Andrade.
Mixagem e masterização: Leandro Krause.
EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
MECANISMOS DE FINANCIAMENTO
Companhia produtora: Plexo Filmes (Nova Petrópolis).
Financiamento (BR/RS): Projeto cultural financiado pelo Fundo Municipal de Cultura de Nova Petrópolis-Programa Movimenta Cultura-Prefeitura de Nova Petrópolis.
Apoio: Museu Histórico Visconde de São Leopoldo (São Leopoldo) – 200 anos da imigração alemã no Brasil (1824-2024); Esculturas Parque Pedras do Silêncio (Nova Petrópolis).
Apoio: Juliana Fritsch, Mariane Tegner, Barbára Neumann, Suzana Carrasco, Madalena Staudt, Böhmerlandtanzgruppe, Morgana Neumann, Camila Schwaab, Marlise Altreider, Adélia Hillebrand, Valmor Heckler.
AGRADECIMENTOS
Agradecimento: Departamento de Cultura (Nova Petrópolis).
Agradecimento especial: a toda comunidade de Nova Petrópolis que colaborou com esse documentário.
FILMAGENS
Brasil / RS, em
São Leopoldo, em lugares como: Museu Histórico Visconde de São Leopoldo (R. Dom João Becker, 491, Centro);
Nova Petrópolis: Arquivo Histórico Municipal Lino Grings (R. Tiradentes, 256, Centro);
Linha Brasil: Esculturas Parque Pedras do Silêncio (R. Emilio Dinnebier Filho, 560);
Linha Imperial: Moinho e Serraria Hillebrand (Rodovia ERS-235, km 11, n. 5.000); Museu de Família Alberto Hillebrand; Monumento ao Padre Amstad, iniciador do cooperativismo de crédito no Brasil (Praça Padre Theodor Amstad, em frente à Igreja São Lourenço Mártir); Sociedade Cultural e Esportiva Concórdia-Böhmerlandtanzgruppe;
Nove Colônias: Pousada Verde Paraíso; Casa Sander (Estrada Geral da Linha Nove Colônias, 4.577); Queijaria Tradição (Estrada Geral da Linha Nove Colônias, 600); Casa de Pedra; Casa da Família Fritsch [Fritsch Haus].
Período: 2024.
ASPECTOS TÉCNICOS
Duração: 1:20:01
Som:
Imagem: cor
Proporção de tela:
Formato de captação:
Formato de exibição:
DIVULGAÇÃO
DISTRIBUIÇÃO
Classificação indicativa: Livre.
Contato:
OBSERVAÇÕES
Créditos finais: // Direitos protegidos conforme parâmetros Creative Commons. / Nova Petrópolis, 2024. Plexo Filmes //
Títulos alternativos:
Grafias alternativas: Harrison Ramos de Andrade
Grafias alternativas (funções): Imagens
BIBLIOGRAFIA
| + || - |
Exibições
• Nova Petrópolis (RS), 18 mar 2025, ter
• YouTube, disponível desde 22 mar 2025, sab
• Nova Petrópolis (RS), Magia da Páscoa de Nova Petrópolis [4-21 abr], Rua coberta, 5 abr 2025, sab, 14h
• Plataformas digitais: Sulflix, disponível a partir de 23 out 2025
